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Empregados brasileiros e paraguaios de Itaipu continuarão a ter tabelas salariais diferentes

Empregados brasileiros e paraguaios de Itaipu continuarão a ter tabelas salariais diferentes

A Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou recurso pelo qual os sindicatos que representam os trabalhadores brasileiros da Itaipu Binacional pretendiam a correção de suas tabelas salariais em relação às tabelas dos empregados paraguaios. Segundo a relatora, ministra D. M. d. C., a correção pretendida, por acarretar ônus financeiro ao empregador, deve ser objeto de negociação entre as partes. O processo diz respeito ao acordo coletivo de 2013/2015, firmado entre Itaipu e os Sindicatos dos Engenheiros no Estado do Paraná (Senge), dos Trabalhadores nas Empresas de Produção, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica de Fontes Hídricas, Térmicas e Alternativas de Foz do Iguaçu e Região (Sinefi), dos Administradores do Estado do Paraná (Sinaep) e dos Empregados em Concessionárias dos Serviços de Geração, Transmissão, Distribuição e Comércio de Energia Elétrica, Fontes Hídricas, Térmicas e Alternativas de Curitiba (Sindenel). O pedido de isonomia tem como base a interpretação da cláusula 75 do acordo, que prevê a igualdade de tratamento entre os empregados, ?salvo a diferença de salário derivada da existência de um quadro de carreira?. O parágrafo único estabelece ainda que a política de recursos humanos aplicada aos empregados contratados no Brasil ?deverá buscar a igualdade de tratamento com relação aos empregados contratados no Paraguai?, observando-se o disposto no Protocolo sobre Relações do Trabalho e Previdência Social (Decreto 74.431/1974), que complementa o Tratado de Itaipu (Decreto 72.707/1973) em relação às normas jurídicas aplicáveis às relações de trabalho. Em setembro de 2015, os trabalhadores deflagraram uma greve depois de cerca de um ano de negociação em torno da questão da isonomia. Sem encontrar uma saída consensual, os sindicatos ajuizaram no Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) dissídio coletivo de greve, com natureza jurídica. Além da declaração da não abusividade do movimento, requereram, também, a correção isonômica da tabela salarial dos trabalhadores, observando-se o princípio da irredutibilidade salarial. O TRT negou provimento aos pedidos formulados pelos sindicatos profissionais e declarou a abusividade da greve, autorizando a empresa a descontar os dias parados. Isonomia No recurso ao TST, o Senge alegava que a diferenciação que não afeta o princípio da igualdade é aquela proveniente de plano de carreira, no qual os empregados são justificadamente diferenciados pelos diferentes níveis do quadro salarial, mas que não são aceitáveis as diferenças estruturais entre níveis iguais em dois países. Segundo a entidade, o maior salário dos empregados paraguaios equivale a 11,58 vezes o menor, enquanto, que no lado brasileiro, essa diferença é de 17,70 vezes. De outro lado, a empresa sustenta que a equalização entre as tabelas teria de levar em conta a realidade de mercado dos dois países, que apresentam cenários totalmente diferentes, com economias distintas e índices de inflação e cargas tributárias diferenciadas. Embora reconheça a existência de diferenças estruturais entre as tabelas, a empresa sustenta que a brasileira não é desvantajosa em relação à paraguaia. Regramentos diferenciados A ministra D. M. d. C. explicou que a isonomia pretendida pelos trabalhadores diz respeito à correção salarial entre os dois planos de cargos e salários: o primeiro, implantado em 1989, na Margem Esquerda (Brasil), para os trabalhadores brasileiros, e o segundo, em 1992, na Margem Direita, para os trabalhadores paraguaios. Segundo a relatora, a cláusula 75, ao apresentar ressalvas no sentido de que a igualdade não afetaria a diferenciação salarial proveniente da existência de quadro de carreira, relativizou a isonomia nela preconizada, ?exatamente em face dos fatores econômicos e políticos atinentes aos dois países?. Nesse contexto, qualquer alteração pretendida em cada um dos Planos de Carreira exigiria ?não só um amplo estudo acerca dos elementos mencionados, mas também o consentimento dos dois países?. Para a relatora, as normas que tratam da igualdade salarial instituem teor programático de alta relevância, a fim de garantir a isonomia dos salários entre empregados que se encontrem em situações idênticas. No entanto, a seu ver, não é essa a hipótese, já que Brasil e Paraguai possuem regramentos diferenciados. Por outro lado, D. M. d. C. lembrou que o entendimento da SDC é o de que as cláusulas que acarretam encargo econômico ao empregador não podem ser fixadas por sentença normativa. ?No caso de Itaipu, a correção ensejaria um longo processo de negociações e de estudos econômicos, e a sua fixação, via sentença normativa, sofreria influência da variação cambial, da macroeconomia, da política fiscal, entre outros aspectos dos dois países, que inevitavelmente refletiriam nas regras salariais, sem que se chegasse em nenhum momento na efetiva isonomia econômica entre as duas tabelas estabelecidas. Desse modo, a correção pretendida somente pode ser obtida por meio de negociação entre as partes?, concluiu. A decisão foi por maioria, vencidos a ministra M. d. A. C. e o ministro F. E. O..
  Fonte: http://www.tst.jus.br/web/guest/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/empregados-brasileiros-e-paraguaios-de-itaipu-continuarao-a-ter-tabelas-salariais-diferentes?inheritRedirect=false&redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.jus.br%2Fweb%2Fguest%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_89Dk%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D2

Extravio de material ortopédico obriga empresa aérea a indenizar passageiro

Extravio de material ortopédico obriga empresa aérea a indenizar passageiro

A decisão foi unânime.

A Lan Airlines terá que pagar indenização por danos materiais e morais a passageira portadora de encefalopatia que teve a bagagem e os equipamentos ortopédicos extraviados durante a viagem. A empresa recorreu da decisão proferida pelo Juizado Itinerante do DF, mas a 1ª Turma Recursal do TJDFT confirmou a sentença, de forma unânime. A autora conta que adquiriu, junto à ré, passagem aérea para o trecho Brasília/São Paulo e que, ao chegar ao destino, percebeu o extravio de sua bagagem com todos os seus pertences e de sua filha. Informa que o objetivo da viagem era o tratamento da filha, portadora de encefalopatia, e que dentro da bagagem estavam os materiais ortopédicos necessários para o tratamento. Diante disso, pediu indenização por danos materiais e morais. Ao decidir, o juiz originário lembra que "cabe à ré a guarda e a conservação dos bens de terceiros a ela entregues, sob pena de arcar com os prejuízos causados, nos termos do art. 734 do Código Civil. (...) Demonstrada, pois, a falha na prestação do serviço diante do extravio da bagagem da autora, cabível a indenização pelo vício do serviço, o qual não forneceu a segurança que dele se esperava (artigo 20 do CDC)". No que tange aos danos materiais, o julgador destaca que a autora comprovou os danos emergentes efetuados com a compra de itens de necessidade básica, no importe de R$ 1.078,25. Também considerou que os valores indicados na petição inicial são condizentes com as peças descritas, estimados em R$ R$ 5.669,86. Juntos, os valores totalizam o montante de R$ 6.748,11, quantia a ser ressarcida. Em relação ao dano moral, o magistrado consignou que "houve, na situação concreta, extravio definitivo de bens que eram essenciais para uma melhor qualidade de vida da filha da autora, acometida de grave doença, como comprovado nos autos, a qual ficou sem os equipamentos necessários para sua adequada locomoção e tratamento médico". Assim, com base nestes parâmetros, fixou em favor da autora a quantia de R$ 6 mil, como forma de compensação pecuniária" Em sede recursal, e sobre as alegações trazidas pela ré, o Colegiado registrou: "Afasta-se a alegação de que a recorrida não declarou o conteúdo da mala no momento do embarque, posto que constitui ônus do transportador exigir tal procedimento, sob pena de prevalecer a declaração do passageiro". E ainda, sobre o dano moral refutado: "A situação vivenciada viola os direitos de personalidade, cujos transtornos e aborrecimentos extrapolam os meros dissabores do cotidiano. O extravio da mala da autora/recorrida e de sua filha, que continha materiais ortopédicos, por ser portadora de encefalopatia, com necessidades especiais, em viagem para tratamento de saúde, gera angústia e frustração que configuram o dano moral". Diante disso, a Turma negou provimento ao recurso e manteve inalterada a sentença original.   Fonte: http://www.jornaljurid.com.br/noticias/extravio-de-material-ortopedico-obriga-empresa-aerea-a-indenizar-passageiro

Juiz estabelece a relação entre direito e literatura em entrevista ao Justiça Legal

Juiz estabelece a relação entre direito e literatura em entrevista ao Justiça Legal

O Justiça Legal (JL) desta semana apresenta entrevista com o juiz J. M. B., titular da Vara de Execuções Penais da comarca de Joinville, sobre direito e literatura. Recentemente, o magistrado lançou duas obras: "Prisioneiros e Juízes: relatos do cárcere", da qual foi organizador, e "Retroceder Jamais", um livro de crônicas. Ele também foi um dos convidados da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), no litoral sul fluminense, onde participou de mesa intitulada "Literatura no Cárcere e Direitos Humanos".
O programa destaca também a recente posse de sete novos desembargadores, que completaram o quadro de 89 desembargadores em atuação no Judiciário catarinense. O JL também foi conhecer os investimentos que o Judiciário catarinense realiza na área da Justiça Restaurativa, uma prática inovadora que busca colocar frente a frente agressores e vítimas. No quadro Isto é Legal, a equipe do programa deslocou-se até a serra catarinense para conferir a produção das vinícolas da região, que têm se destacado nacionalmente por sua qualidade.
O Justiça Legal, programa de TV do Poder Judiciário de Santa Catarina que integra a grade da TV Justiça, TV Floripa e TV Câmara de Blumenau, vai ao ar todas as sextas-feiras, às 18 horas, na TV Floripa (canal 4 da Net), e às 23h10min na TV Câmara de Blumenau (canal 14 da Net). Nesta última emissora, a edição é reprisada na segunda-feira às 23h55min, na quarta-feira às 11h30min e na quinta-feira às 12 horas e às 13h15min. O Justiça Legal também pode ser visto às terças, quartas e quintas-feiras na TV Justiça (canal 14 da Net) ou no canal do TJ no YouTube.
Fonte: http://portal.tjsc.jus.br/web/sala-de-imprensa/-/juiz-estabelece-a-relacao-entre-direito-e-literatura-em-entrevista-ao-justica-legal?redirect=http%3A%2F%2Fportal.tjsc.jus.br%2Fweb%2Fsala-de-imprensa%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_3dhclc9H4ihA%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_pos%3D2%26p_p_col_count%3D4

Atraso no pagamento de seguro não suspende eficácia do contrato

Atraso no pagamento de seguro não suspende eficácia do contrato

A decisão é da Terceira Turma Recursal do TJDFT.

O juiz titular do 7º Juizado Especial Cível de Brasília julgou parcialmente procedente o pedido de consumidora para condenar a Mongeral Seguros e Previdência a pagar-lhe o prêmio contratado a que faz jus, a título de "diária por incapacidade temporária". A empresa recorreu, mas a 3ª Turma Recursal do TJDFT confirmou a sentença, modificando somente a data a partir da qual teria início a incidência dos juros. A autora pleiteou danos materiais e morais, sustentando que realizou um contrato de seguro com a ré, cujo objeto é o pagamento de R$ 14 mil em caso de afastamento temporário de suas atividades laborais, denominado no contrato como ?diária por incapacidade temporária?. Afirma que por duas ocasiões foi acometida de incapacidade temporária e mesmo assim teve negado seu pleito junto à seguradora. Por essas razões, pleiteia as referidas condenações. Em sua defesa, a ré esclarece que o primeiro afastamento da autora se deu em virtude de complicações no parto do filho da autora, e que, no contrato, existe cláusula restritiva que afasta o pagamento do seguro nessa hipótese. Já o segundo evento foi negado visto que a autora estava inadimplente por dois meses e, por força do contrato, os benefícios estavam suspensos diante de tal situação. Ao analisar o caso, o juiz observa, quanto ao primeiro evento, que a cláusula restritiva é clara e, portanto, não vê nela nenhuma abusividade aparente. "O contrato de seguro é eminentemente de risco onde são avaliadas algumas circunstâncias. A excludente é um mecanismo que depura o risco e diante de sua contratação clara não pode a autora se rebelar contra dispositivo contratual que foi incluído na contabilidade do risco", diz ele. No tocante ao segundo evento, relativo à recusa de pagamento por inadimplência, o magistrado registra: "Não obstante estar contratado esta hipótese de suspensão dos benefícios diante da inadimplência das mensalidades, a verdade é que se trata de uma mora que se liquida com o pagamento de juros e multa. (...) A autora estava em atraso, liquidou a mora na forma do contrato, portanto, a suspensão dos benefícios foi retirada com o pagamento da mora, fazendo jus a autora ao recebimento da indenização". Por fim, no que tange ao pedido de indenização por danos morais, o juiz entendeu que este não se aplica ao caso, uma vez que configura mero ilícito contratual, com interpretação diversa entre as partes. Em sede recursal, o Colegiado ratificou o entendimento do juiz quanto ao segundo evento, acrescentando que, "conforme entendimento pacificado do STJ, o mero atraso no pagamento do prêmio não implica suspensão ou cancelamento automático do contrato de seguro, sendo necessário, ao menos, a interpelação do segurado, comunicando-o da suspensão dos efeitos da avença enquanto durar a mora". Desse modo, prossegue o relator, "não vingam as alegações do recorrente, pois não demonstrou que a consumidora foi efetivamente notificada acerca da mora, pois não consta qualquer indicativo de recebimento, por parte da autora, o que, em tese, legitimaria a suspensão do contrato de seguro". No que concerne à incidência de juros moratórios fixados na sentença, no entanto, a Turma concluiu que eles deverão incidir a partir da citação da autora e não do momento em que ela liquidou a mora, conforme decidiu o juiz originário.   Fonte: http://www.jornaljurid.com.br/noticias/atraso-no-pagamento-de-seguro-nao-suspende-eficacia-do-contrato

Consumidora terá de indenizar buffet por reclamações excessivas nas redes sociais

Consumidora terá de indenizar buffet por reclamações excessivas nas redes sociais

Ela pleiteava indenização após a empresa cancelar serviço contratado.

Uma mãe que reclamou constantemente em rede social de uma empresa que não realizou evento de aniversário de seu filho deverá indenizá-la em danos morais. A decisão é da juíza de Direito D. R. M., da 1ª vara do JEC de SP. A mulher contratou a empresa para realizar a festa do seu filho em um ônibus "balada", e fez o pagamento de um sinal de R$ 1 mil. Porém, segundo os autos, no dia do evento, o gerador do veículo parou de funcionar e a festa foi suspensa. A empresa, no entanto, ofereceu às crianças alimentação no local, com salgados, refrigerantes e bolo, mas o evento foi encerrado prematuramente. A mãe, inconformada com a situação, passou a reclamar da empresa nas redes sociais. Além disso, entrou com ação requerendo indenização por danos morais e a restituição do valor pago previamente. Ao julgar o caso, a juíza ressaltou que o ocorrido era previsível, sendo responsabilidade da empresa a manutenção dos equipamentos ou o deslocamento dos convidados para outro ônibus, condenando a empresa à restituição do valor pago como sinal. Dano moral As duas partes pleitearam indenização por danos morais: a mãe, diante da frustração que o cancelamento da festa causou no filho; a empresa, devido às reclamações proferidas em rede sociais por parte da contratante. Para a magistrada, não há como reconhecer a ocorrência de danos à mãe, pois a mesma não poderia, em nome próprio, postular direito alheio - de seu filho. A magistrada ressaltou, ainda, que não seria possível considerar dano moral reflexo, já que a mulher não apresentou testemunhas que comprovassem o abalo sofrido por ela. Já em relação ao dano sofrido pela empresa, a juíza asseverou que não se pode negar ao consumidor que manifeste insatisfação com os serviços prestados, porém, ao disponibilizar estas informações em redes sociais "se tornam os responsáveis principais e imediatos pelas consequências da livre manifestação de seu pensamento". Porém, no caso, a consumidora extrapolou o direito de tal manifestação. "A autora agiu com propósito de prejudicar a ré, abalando a tranquilidade de suas atividades no mercado, o que enseja o dever de indenizar." Ao concluir, condenou a mãe ao pagamento de R$ 3,3 mil à empresa.   Fonte: http://www.jornaljurid.com.br/noticias/consumidora-tera-de-indenizar-buffet-por-reclamacoes-excessivas-nas-redes-sociais

Adolescente atropelado por colega de 16 anos em Rio do Sul diz que carro estava em alta velocidade

Adolescente atropelado por colega de 16 anos em Rio do Sul diz que carro estava em alta velocidade

Outro garoto morreu; pais do motorista podem ser responsabilizados, disse delegado.

O adolescente de 17 anos que sobreviveu após ser atropelado por um Vectra dirigido por um garoto 16 anos em Rio do Sul, no Vale do Itajaí, foi ouvido pela Polícia Civil na segunda-feira (18). Ele relatou que o veículo estava em alta velocidade quando o atingiu e causou a morte de um adolescente da mesma idade que o acompanhava. Os pais do motorista podem ser responsabilizados, disse o delegado.

O atropelamento ocorreu na sexta-feira (15) às 12h05 no bairro Bremer. O motorista ainda bateu o carro contra um muro e fugiu do local, mas acabou apreendido pela Polícia Militar. Ele foi ouvido pela polícia na tarde de segunda, mas se manteve calado.

Trabalho de aula

Segundo o delegado I. A., da delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (Dpcami), os dois garotos e uma menina, que não foi atingida pelo carro, estavam a caminho da casa de uma colega para fazer um trabalho de aula. O condutor do carro estudava na mesma escola que os três adolescentes, mas em outra turma.

?Depois de ouvir algumas testemunhas, soubemos que o adolescente que conduzia o carro na hora do acidente era visto normalmente dirigindo pela cidade. Ele inclusive ia à escola de carro. Os pais podem ser responsabilizados por entregar o carro a um condutor não habilitado?, explicou I..

Apreendido

Segundo a Polícia Civil, o veículo estava registrado no nome da mãe do adolescente. O garoto que morreu foi projetado para dentro de um terreno, segundo os bombeiros.

Conforme o promotor E. C. R., foi representada a apreensão provisória do adolescente no Centro de Atendimento Socioeducativo Provisório (Casep) de Rio do Sul, mas no sábado (16) o adolescente foi liberado para atendimento médico. O promotor preferiu manter sigilo sobre o tipo de tratamento pelo qual o jovem passa.

Fonte: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/adolescente-atropelado-por-colega-de-16-anos-em-rio-do-sul-diz-que-carro-estava-em-alta-velocidade.ghtml


Polícia Civil indicia quadrilha por roubo a caixa eletrônico em SC

Polícia Civil indicia quadrilha por roubo a caixa eletrônico em SC

A Divisão de Roubos e Antissequestro da Diretoria Estadual de Investigação Criminal (Dras/Deic) e a Delegacia de Polícia Civil de Rio do Campo identificaram os seis autores do roubo ocorrido em 3 de novembro de 2016. Naquele dia, uma agência bancária da cidade foi atacada e teve o cofre e os caixas eletrônicos arrombados com o uso de explosivos.  Na ocasião, um homem de 36 anos foi preso em flagrante por policiais da região, após tentar se esconder no pátio de uma casa. De acordo com o Delegado A. C., os demais autores chegaram a confrontar policiais quando tentavam sair da cidade, porém fugiram e acabaram invadindo uma casa na área rural de Rio do Campo, onde mantiveram vários moradores em seu poder, até o dia seguinte, quando os libertaram já na região de Blumenau.  ?Os trabalhos de investigação passaram a identificar, então, os demais autores dos crimes, resultando ainda na prisão posterior de cada um dos envolvidos, alguns em Santa Catarina e outros no Paraná?, explica. Líder da Quadrilha ? 34 anos ? preso em 12 de agosto, em São José dos Pinhais, em ação conjunta com a Polícia Civil do Paraná por conta da prisão preventiva decretada por Rio do Campo. Tem antecedentes criminais por homicídio no estado do Paraná. Comparsa 1 ? 35 anos ? preso em Florianópolis, em 17 de março, pela equipe da DIC de Blumenau. Ele era investigado por ter praticado vários outros roubos naquela região. Com ele, os policiais foi apreendideram um fuzil calibre 556 e duas pistolas, armas essas usadas na ação em Rio do Campo. Comparsa 2 ? 30 anos ? preso em Biguaçu, no dia 17 de abril, na posse de duas emulsões explosivas, além de ?miguelitos?, usados para furar os pneus de veículos durante a fuga, e mais de 100 porções de crack e maconha.  Ele estava foragido do sistema prisional, onde cumpria pena por vários crimes anteriores de roubos e furtos. Comparsa 3 ? 41 anos ?  preso em março pela polícia paranaense envolvido em outro roubo naquele estado também com a explosão de caixas eletrônicos. Comparsa 4 ? 36 anos ? preso no dia 1º de março por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo em Indaial. Mas também já havia cumprido pena por crime de roubo.   Fonte: https://www.aconteceuemjaragua.com.br/policia-civil-indicia-quadrilha-por-roubo-a-caixa-eletronico-em-sc/

Programa Jornada mostra o recomeço de trabalhadores de Bento Rodrigues após o desastre de Mariana (MG)

Programa Jornada mostra o recomeço de trabalhadores de Bento Rodrigues após o desastre de Mariana (MG)

A edição desta semana do programa Jornada traz uma reportagem especial sobre como estão hoje os trabalhadores que viviam em Bento Rodrigues (MG) e que tiveram que deixar o distrito após o rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana. Vamos conhecer a história de quem teve que recomeçar a vida depois do desastre. No quadro Direitos e Deveres, as dúvidas trabalhistas do encanador e do proprietário da loja prestadora de serviços são respondidas por um juiz de Ribeirão Preto (SP). Ainda no programa, uma matéria sobre o assédio sexual no trabalho, fato mais comum do que se imagina. As mulheres são as principais vítimas dessa prática criminosa. O TRT de São Paulo julgou, só no ano passado, mais de 1.300 processos por assédio sexual. Em 2017, já são 280 reclamações trabalhistas. A reportagem vai mostrar o que fazer nesses casos e como a Justiça do Trabalho pode ajudar a combater o problema. E, no quadro Meu Trabalho é uma Arte, nossa parada é em João Pessoa (PB). Vamos conhecer o ofício de uma artesã que fabrica rosas de madeira. O Jornada é exibido pela TV Justiça às segundas-feiras, às 19h30, com reapresentações às terças-feiras, às 7h, quartas-feiras, às 19h30, quintas-feiras, às 7h e sábados e domingos, às 6h. Todas as edições também podem ser assistidas pelo canal do TST no Youtube: www.youtube.com/tst.
  Fonte: http://www.tst.jus.br/web/guest/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/programa-jornada-mostra-o-recomeco-de-trabalhadores-de-bento-rodrigues-apos-o-desastre-de-mariana-mg-?inheritRedirect=false&redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.jus.br%2Fweb%2Fguest%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_89Dk%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D2

Homem fica ferido em acidente entre carro e moto em Schroeder

Homem fica ferido em acidente entre carro e moto em Schroeder

Uma batida entre um carro e uma moto foi registrado na noite de segunda-feira (18), na rua Marechal Castelo Branco, em Schroeder. O Corpo de  Bombeiros Voluntários foi chamado para atender a ocorrência às 18h45. De acordo com os bombeiros voluntários, um homem de 37 anos foi socorrido com suspeita de fratura na perna direta. A vítima foi atendida e levada ao Hospital São José de Jaraguá do Sul em estado estável.  
CAMPANHA A VIDA NÃO ACEITA DESCULPAS ? APOIO ACONTECEU EM JARAGUÁ DO SUL
Como agir em caso de acidente:
Procedimentos no local: 1 ? Verifique quantas vítimas estão envolvidas no acidente; 2 ? Sinalize o local para evitar novos acidentes. Utilize triângulos e pisca-pisca do carro ou de outros veículos; 3 ? Chame o socorro especializado. Informe o local exato e a descrição das vítimas (homens, mulheres, crianças, idade, sexo, ferimentos visíveis). Os telefones de emergência são: 193 ? Bombeiros Voluntários: para fazer o resgate; 190 ? Polícia Militar: para registrar a ocorrência no caso de acidentes com vítimas; 198 ? Polícia Militar Rodoviária (no caso de acidentes em estradas estaduais); 191 ? Polícia Rodoviária Federal (no caso de acidentes em estradas federais). Procedimentos com a vítima: 1 ? Mantenha a calma. 2 ?Jamais faça a vítima saber qual a extensão real dos ferimentos; 3 ? Evite contatos diretos com o sangue ou fluídos orgânicos da vítima; 4 ? Evite mover a vítima. Só o faça se houver perigo de agravamento, como no caso de incêndio no veículo; 5 ? Durante a remoção, procure evitar que a vítima se mexa, mantenha a posição original até chegada de socorro especializado. Mover uma pessoa acidentada é extremamente complicado e requer o uso de várias técnicas de imobilização.
  Fonte: https://www.aconteceuemjaragua.com.br/homem-fica-ferido-em-acidente-entre-carro-e-moto-em-schroeder/

Menino de nove anos fica ferido em atropelamento no bairro Vieira

Menino de nove anos fica ferido em atropelamento no bairro Vieira

Um garoto de nove anos foi atropelado na rua Manoel Francisco da Costa, no bairro Vieira, em Jaraguá do Sul, nesta terça-feira (19). O Corpo de Bombeiros Voluntários foi chamado para atender a ocorrência às 11h45. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi chamado enviado ao local para auxiliar o socorro. Segundo testemunhas, a criança atravessou a rua sem olhar e foi atingida pela motocicleta, uma Honda CG com placa de Jaraguá do Sul. O menino foi encaminhado para o hospital com várias escoriações pelo corpo. O motociclista foi atendido no local com ferimentos nos dedos.  
CAMPANHA A VIDA NÃO ACEITA DESCULPAS ? APOIO ACONTECEU EM JARAGUÁ DO SUL
Como agir em caso de acidente:
Procedimentos no local: 1 ? Verifique quantas vítimas estão envolvidas no acidente; 2 ? Sinalize o local para evitar novos acidentes. Utilize triângulos e pisca-pisca do carro ou de outros veículos; 3 ? Chame o socorro especializado. Informe o local exato e a descrição das vítimas (homens, mulheres, crianças, idade, sexo, ferimentos visíveis). Os telefones de emergência são: 193 ? Bombeiros Voluntários: para fazer o resgate; 190 ? Polícia Militar: para registrar a ocorrência no caso de acidentes com vítimas; 198 ? Polícia Militar Rodoviária (no caso de acidentes em estradas estaduais); 191 ? Polícia Rodoviária Federal (no caso de acidentes em estradas federais). Procedimentos com a vítima: 1 ? Mantenha a calma. 2 ?Jamais faça a vítima saber qual a extensão real dos ferimentos; 3 ? Evite contatos diretos com o sangue ou fluídos orgânicos da vítima; 4 ? Evite mover a vítima. Só o faça se houver perigo de agravamento, como no caso de incêndio no veículo; 5 ? Durante a remoção, procure evitar que a vítima se mexa, mantenha a posição original até chegada de socorro especializado. Mover uma pessoa acidentada é extremamente complicado e requer o uso de várias técnicas de imobilização
  Fonte: https://www.aconteceuemjaragua.com.br/menino-de-nove-anos-fica-ferido-em-atropelamento-no-bairro-vieira/

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