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DEVO RECORRER?
O direito de defesa é assegurado em qualquer infração de trânsito como condição para sua validade, isso é uma garantia que a Constituição Brasileira assegura a todos.


IMPORTANTE SABER
Há no Código de Trânsito Brasileiro infrações cuja suspensão da Carteira de Habilitação poderá ocorrer com uma única infração, independente da quantidade de pontos que o condutor tenha acumulado durante 12 meses.

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Painéis da manhã do Seminário dos 75 anos da JT encerram bloco sobre meios alternativos de solução de conflitos

Painéis da manhã do Seminário dos 75 anos da JT encerram bloco sobre meios alternativos de solução de conflitos

Os dois painéis realizados na manhã desta sexta-feira (26) do Seminário Comemorativo dos 75 Anos da Justiça do Trabalho e 70 Anos do TST, completaram o primeiro bloco da programação, dedicado à aplicabilidade dos métodos consensuais de composição de conflitos ao processo do trabalho. A primeira mesa, coordenada pela ministra Cristina Peduzzi, diretora da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat), tratou da arbitragem de dissídios individuais e coletivos. Para a ministra, o problema do acúmulo de processos e do atraso na sua solução sugere a aplicação de institutos novos. O juiz do trabalho Fábio Gomes, do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, apontou para a necessidade de desmistificação do tema e defendeu uma lei específica para normatizar a arbitragem ? que, a seu ver, pode ser uma boa solução para o "tsunami" de processos. Gomes lembrou que a busca por meios alternativos de solução está relacionada à crise do Judiciário, que se intensificou este ano devido aos cortes promovidos em seu orçamento. A ministra Maria Helena Mallmann, do TST, acredita que o avanço na discussão requer a participação de todos os atores sociais envolvidos, principalmente os movimentos sindicais. Ela relatou uma experiência bem sucedida no TRT da 4ª Região (RS), iniciada em 2004, de mediação em dispensas em massa, construída com o trabalho conjunto da Justiça do Trabalho, do Ministério Público e sindicatos. "Num dos casos, os resultados permitiram que cerca de 10 mil trabalhadores de Rio Grande (RS) voltar para a casa com as parcelas indenizatórias pagas", afirmou. Fechando o painel sobre arbitragem, o ministro Cláudio Brandão, do TST, fez uma reflexão sobre o excesso de processos no Brasil e suas causas. Para Brandão, a arbitragem, a conciliação e a mediação são plenamente admissíveis, mas alertou que não se trata de uma "solução mágica" para a alegada morosidade do Judiciário, e é preciso primeiro fazer um diagnóstico profundo da causa do excesso de litigiosidade e discutir pontos como o financiamento de um sistema de arbitragem. Conciliação Prévia O segundo painel do dia, coordenado pela ministra Delaíde Miranda Arantes, tratou das comissões de conciliação prévia do ponto de vista da jurisprudência e da necessidade de reforma. O desembargador Gustavo Alckmin, do TRT-RJ e conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), disse que as comissões de conciliação prévia (CCP) foram criadas para resolver o excesso de processos na Justiça do Trabalho, mas acabaram virando "um refúgio" para os antigos juízes classistas após o fim da representação classista na Justiça do Trabalho, e o número de fraudes aumentou. O modelo, a seu ver, precisa ser repensado, "e devemos repensá-lo à luz do dia". O desembargador Paulo Marcelo de Miranda Serrano, também do TRT-RJ, fez um histórico da legislação relativa às CCPs até a legislação atual, lembrando que o Supremo Tribunal Federal considerou afastou a obrigatoriedade de submissão das demandas trabalhistas às comissões antes do acionamento da Justiça do Trabalho. Serrano defende que a CCP seja facultativa, e o seu uso seja estimulado não apenas com campanhas, mas com medidas objetivas. O ministro Márcio Eurico Vitral Amaro, segundo painelista, afirmou que, embora seja juiz, tem dificuldade em adotar a visão mais ortodoxa de que o Estado tem de dar a última palavra na solução dos conflitos. Por outro lado, afirmou que, apesar de muito se falar em acabar com o direito do trabalho, isso não é possível: "Vivemos num país muito desigual e complexo, e ainda discutimos temas que deram origem ao direito do trabalho, como trabalho infantil e escravo, mas precisamos ter a sabedoria de nos adequarmos aos novos temas e darmos uma interpretação mais consentânea com os dias de hoje aos princípios que orientam esse ramo do direito ", afirmou. Seminário O Seminário Comemorativo dos 75 Anos da Justiça do Trabalho e 70 Anos do TST, realizado nos dias 25 e 26/8 na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, é promovido pelo Tribunal Superior do Trabalho, o Conselho Superior de Justiça do Trabalho (CSJT) e a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento dos Magistrados do Trabalho (Enamat), comm apoio da FGV Projetos, do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), do Instituto Innovare, do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) e da Academia Brasileira de Direito do Trabalho. (Dirceu Arcoverde, Ricardo Reis e Carmem Feijó. Fotos: Aldo Dias)   Fonte: http://www.tst.jus.br/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/paineis-da-manha-do-seminario-dos-75-anos-da-jt-encerram-bloco-sobre-meios-alternativos-de-solucao-de-conflitos?redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.jus.br%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_89Dk%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D2

Cemar esclarece sobre notícia de indenização emitida pelo TJ/MA

Cemar esclarece sobre notícia de indenização emitida pelo TJ/MA

Com relação a matéria publicada aqui no Blog do Luís Cardoso, a assessoria de comunicação entrou em contato esclarecendo que ainda não foi notificada com relação ao pagamento que deverá ser feito para familiares de uma vítima em Barreirinhas. A CEMAR informa que ainda não foi intimada e que ainda não tomou ciência sobre o inteiro teor da decisão judicial em questão, não podendo avaliar, nesse momento, sobre a interposição de eventual recurso. A Companhia informa ainda que o recurso às instâncias superiores da justiça é direito constitucionalmente assegurado a todo e qualquer cidadão, órgão público ou privado. A Companhia respeita e cumpre as decisões judiciais, resguardando sempre o seu amplo e legítimo direito de defesa.   Fonte: http://luiscardoso.com.br/politica/2016/08/cemar-esclarece-sobre-noticia-de-indenizacao-emitida-pelo-tjma/

Empresa do metrô é condenada a por danos morais contra funcionários

Empresa do metrô é condenada a por danos morais contra funcionários

Companhia terá que pagar indenização de R$ 100 mil. CCR disse que está ciente da determinação e irá avaliar possíveis ações.

A empresa que administra o metrô na capital baiana, a CCR, foi condenada a pagar R$ 100 mil por danos morais contra funcionários. O valor será revertido a entidades ou projetos ainda a serem definidos. A decisão judicial é da 18ª Vara do Trabalho deSalvador segundo informações do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Isso ocorre em razão de descumprimento de normas relativas à jornada de trabalho. (Correção: Ao ser publicada, esta reportagem errou ao informar que os funcionários vão receber o valor de R$ 100 mil por conta da decisão do TRT. A indenização será revertida para entidades ou projetos que ainda não foram especificados. O erro foi corrigido às 19h56.) Por meio de nota, a CCR Metrô Bahia informou que tomou conhecimento da decisão e irá avaliar possíveis ações para o desenrolar do processo. Conforme o TRT, o caso é referente a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Ainda de acordo com o tribunal, além da indenização por danos morais, a empresa deve dar aos empregados o descanso semanal remunerado de 24 horas consecutivas e o intervalo mínimo de 11 horas entre duas jornadas de trabalho, sem qualquer perda da remuneração, bem como coibir a prorrogação da jornada normal de trabalho além do limite de duas horas diárias. Na decisão, também foi considerado que a empresa costumava submeter os trabalhadores a jornadas excessivas de trabalho.
  Fonte: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2016/08/justica-determina-que-empresa-do-metro-pague-r-100-mil-funcionarios.html

Voo atrasado ou cancelado na União Europeia? Você pode ganhar até 600 euros

Voo atrasado ou cancelado na União Europeia? Você pode ganhar até 600 euros

Você enfrentou atrasos ou cancelamentos em voos que partiram de países da União Europeia (UE) ou chegaram neles? Se sim, é possível pedir indenização de até 600 euros (cerca R$ 2.197). A regra vale para casos que aconteceram nos últimos seis anos, envolvendo voos de companhias aéreas da União Europeia. É preciso comprovar a situação. Segundo uma lei em vigor na região desde 2005 (regulamentação EC 261/2004), o passageiro tem direito a uma compensação em dinheiro se o voo atrasar mais de três horas. O valor depende da distância do voo:
  • 250 euros (cerca de R$ 915,50) para voos com distâncias menores do que 1.500 quilômetros;
  • 400 euros (cerca de R$ 1.465) para voos entre 1.500 e 3.500 quilômetros;
  • 600 euros (cerca de R$ 2.197) se a distância for superior a 3.500 quilômetros (neste caso, um voo entre um país da UE e outro que não faça parte do bloco).

Os direitos no aeroporto

Ainda no aeroporto, quando o atraso do voo passa de duas horas, a companhia aérea deve oferecer aos passageiros comida e bebida, além da possibilidade de fazer ligações e enviar e-mails. Se, por causa da mudança no horário do voo, o passageiro tiver que dormir na cidade, a companhia é obrigada a pagar o hotel.

Vale para brasileiros?

"A regulação vale para todos os passageiros, independentemente da nacionalidade ou do país", afirma Coby Benson, gerente da Bott & Co. Solicitors, empresa inglesa que trabalha com compensação por atrasos de voos. A exigência, diz ele, é que o passageiro tenha partido de um país da União Europeia ou chegado em um país do bloco e que esteja viajando em uma companhia da UE.

Como pedir a indenização

Caso haja atraso superior a três horas, a primeira medida é guardar a passagem aérea e outras provas, como e-mails e vouchers. Com isso em mãos, há duas possibilidades: entrar em contato diretamente com a companhia aérea ou contratar o serviço de uma empresa especializada em atrasos de voos --AirHelp, Bott & Co,Refund.me e Euclaim, entre outras. A vantagem de se contratar uma empresa é que os advogados ficam responsáveis pelo seu caso. A desvantagem é o preço: eles ficam com uma comissão de 25% do valor pago pela companhia área. Se a indenização for de 400 euros, por exemplo, a empresa fica com 100 euros. "Mas, se não conseguimos a indenização, o serviço é gratuito", diz Bernardo Candeias, gerente da AirHelp, startup norte-americana que atua no ramo. Se preferir cuidar do caso por conta própria, é preciso entrar no site da companhia aérea --já com sua passagem em mãos--, encontrar a área para reclamação e preencher o formulário de serviço ao cliente. O processo é todo gratuito.

Fotógrafa ganhou 600 euros

A fotógrafa Mariana Quintana, 32, decidiu pedir a compensação sem a ajuda de uma empresa. Em 2011, por causa de uma superlotação, ela não conseguiu pegar um voo da companhia aérea Air France-KLM de Milão (Itália) para São Paulo. "Quando cheguei ao Brasil, fiz uma reclamação por meio do formulário do site e contei tudo o que aconteceu comigo." Após aproximadamente um mês, Mariana conta que recebeu o valor equivalente a 600 euros direto em sua conta bancária.

'Circunstâncias extraordinárias' são exceção

A companhia aérea não é obrigada a indenizar o passageiro em caso de "circunstâncias extraordinárias", como, por exemplo, desastres naturais, condições climáticas adversas, guerras, emergências médicas e greves de funcionários. Até 2014, era comum as empresas evitarem pagar a compensação alegando "problemas técnicos" nos aviões. Essa situação mudou em outubro daquele ano, após o caso do passageiro Ronald Huzar contra a empresa Jet2. Ele havia pedido 400 euros por causa de um atraso de 27 horas, mas a companhia negou a indenização. O caso foi parar na Suprema Corte do Reino Unido, que deu parecer favorável ao passageiro, afirmando que "problemas técnicos" não se enquadram em "circunstâncias extraordinárias".

E se a companhia não pagar?

Caso a companhia aérea se recuse a pagar, é possível pedir ajuda ao National Enforcement Bodies (EEC). Essa comissão europeia dá assistência aos passageiros que tiveram algum problema com transporte em território europeu. Para isso, basta preencher um formulário (http://zip.net/bftrfl - endereço encurtado e seguro) e enviá-lo por e-mail ao representante do país de origem ou destino do voo (lista de representantes em http://zip.net/bxtsj5). Nesse caso, a comunicação deve ser feita em inglês e o recebimento da compensação demora de três a seis meses.

No Brasil, juiz define valor

Além da lei europeia, é possível também se valer da legislação brasileira caso o voo tenha alguma cidade brasileira como origem ou destino. Nesse caso, não importa se a companhia aérea é originalmente brasileira ou não. "O passageiro que se sentir lesado pode utilizar o Código de Defesa do Consumidor, mas, diferentemente da legislação europeia, não existe uma tabela de pagamento. O valor da indenização depende do quanto o juiz se sensibiliza com a história", diz o professor de Direito Roberto Altheim, da Universidade Positivo de Curitiba. Em 2004, por exemplo, Alvarez Kelly Araújo da Cunha acionou a Justiça brasileira porque, devido a um atraso de um voo da antiga Vasp, ele não conseguiu ver o pai, que estava em estado terminal e morreu. Cunha foi indenizado no valor de R$ 20 mil, mas isso só aconteceu oito anos depois, em setembro de 2012.   Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/08/26/voo-atrasado-ou-cancelado-na-uniao-europeia-voce-pode-ganhar-ate-600-euros.htm

SAIBA PARA ONDE VAI O DINHEIRO QUE VOCÊ PAGA PELO DPVAT

SAIBA PARA ONDE VAI O DINHEIRO QUE VOCÊ PAGA PELO DPVAT

Em 2015, foram pagas 652.349 mil indenizações pela Seguradora Líder DPVAT por acidentes de trânsito em todo o Brasil. Em Reais, esse total corresponde a R$3,381 bilhões. A boa notícia é que esse número é 15% menor quando comparado com 2014 e a maior queda foi registrada na cobertura de morte (19%), seguida de reembolso de despesas hospitalares (18%) e invalidez permanente (13%). Contudo, essa queda pode representar também que menos pessoas reclamaram a indenização pelo DPVAT e não necessariamente que tenha havido queda real de acidentes com vítimas. Parece não fazer muito sentido alguém não reclamar uma indenização a que tem direito. Porém, acredite, muitas pessoas desconhecem que tem direito a indenização quando ocorre um acidente de trânsito, seja para reembolsar despesas médicas e hospitalares ou indenização por morte ou invalidez permanente. Além de muitas pessoas não saberem sobre o DPVAT, outras ainda acreditam que o DPVAT é um ?imposto? a mais que quem tem carro, moto, caminhão ou ônibus deve pagar e, como tal, ninguém sabe para onde vai o dinheiro ou para que ele é recolhido. Esse é um dos motivos pelos quais a Seguradora Líder DPVAT faz uma intensa campanha publicitária por todos os meios para mostrar aos consumidores, entre outras coisas, que reclamar a indenização é fácil, rápido e não precisa de nenhum intermediário para isso.

E o dinheiro?

Ao contrário do que se imagina, a Seguradora Líder DPVAT é uma empresa privada formada por um consórcio de empresas seguradoras que administram o DPVAT. No entanto, o DPVAT é estabelecido por Lei Federal, assim como o valor das indenizações e do prêmio (custo anual) que cada segurado paga. A arrecadação total do Seguro DPVAT, pago pelos proprietários de veículos automotores, somou R$ 8,654 bilhões em 2015. A mesma Lei que regulamenta o DPVAT determina que 50% desse dinheiro vá direto para o Governo Federal, que repassa 45% para o Sistema Único de Saúde (SUS) e 5% para o DENATRAN. Cada órgão recebeu R$ R$ 3,894 bilhões e R$ 432,8 milhões, respectivamente. Assim, o valor restante ? R$ 4,326 bilhões ? é usado para pagar as indenizações, as despesas de administração e operação do Seguro DPVAT e todos os tributos, além de remunerar o consórcio de seguradoras que realiza esse trabalho. Em 2015, R$ 3,381 bilhões foram gastos com o pagamento de indenizações. As despesas de administração somaram R$ 675,2 milhões, os impostos (PIS, Cofins e IR) chegaram a R$ 168,4 milhões e o resultado para o consórcio de seguradoras foi de R$ 101,5 milhões. Se quiser saber mais sobre este tema, a Seguradora Líder DPVAT tem todas estas informações publicadas em seu site, com muito mais detalhes, além de uma infinidade de dados e estatísticas sobre o assunto.   Fonte: http://www.motonline.com.br/noticia/seguradora-lider-dpvat-registra-queda-de-15-no-numero-de-indenizacoes-pagas-em-2015/

Falso diagnóstico de tumor maligno rende indenização a estudante mineira

Falso diagnóstico de tumor maligno rende indenização a estudante mineira

Uma estudante será indenizada em R$ 20 mil por danos morais pelo Laboratório Tafuri de Patologia, de Belo Horizonte, por ter recebido equivocadamente um exame que a diagnosticava com um tumor maligno na pálpebra. A decisão é da 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que manteve a sentença de primeira instância. Em dezembro de 2010, a paciente extraiu um cisto de sua pálpebra esquerda, em meio aos cílios, e o material foi encaminhado para exame anatomopatológico. Segundo ela, o resultado mostrava que se tratava de um carcinoma basocelular adenoide cístico (câncer). A estudante foi orientada por sua médica a pedir uma revisão da lâmina e teve o resultado confirmado pelo laboratório. Por causa disso, foi aconselhada a refazer o exame em outros laboratórios, que constataram que ela portava, na verdade, um tricofoliculoma (tumor benigno). Diante das circunstâncias, a estudante ajuizou uma ação contra o laboratório, requerendo indenização por danos morais. O juiz Renato Luiz Faraco, da 20ª Vara Cível de Belo Horizonte, julgou o pedido procedente. O laboratório recorreu da decisão e em sua defesa alegou que a divergência entre a conclusão dos laudos justifica-se pela dificuldade de distinguir os dois tipos de tumores, pois ambos não produzem metástase e necessitam do mesmo tratamento. Disse ainda que não houve dano indenizável, já que, diante dos novos laudos, a médica da autora, entendendo tratar-se de caso de lesão benigna, não determinou a realização de cirurgia. O laboratório afirmou ainda que não formulou uma conclusão definitiva sobre o quadro clínico da autora. O desembargador Vasconcelos Lins, relator do recurso, entendeu que o laboratório descumpriu com sua obrigação, pois emitiu o primeiro laudo acusando a presença de tumor maligno e ainda confirmou essa conclusão, em um segundo laudo, resultante de uma revisão da lâmina. De acordo com o magistrado, ?não se trata de escusável divergência técnica entre os laudos, destituída de consequências relevantes?, como alegou o laboratório. Ele manteve a sentença, sendo acompanhado pelos desembargadores Mota e Silva e Arnaldo Maciel.   Fonte: http://bhaz.com.br/2016/08/26/falso-diagnostico-de-tumor-maligno-rende-indenizacao-a-estudante-mineira/

Empresa de ônibus terá que indenizar motociclista que perdeu o rim por causa de acidente

Empresa de ônibus terá que indenizar motociclista que perdeu o rim por causa de acidente

O juízo da 4ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco julgou parcialmente procedente os pedidos contidos no Processo n°0700244-56.2015.8.01.0001 e condenou a Via Verde Transportes de Ltda a pagar R$ 25 mil de indenização por danos morais para J.C. de A. S., em função de acidente de trânsito envolvendo ônibus da empresa e o requerente. Na sentença, publicada na edição n°5.710 do Diário da Justiça Eletrônico (DJE), o juiz de Direito Marcelo Coelho ainda fixou que a ré pague R$ 98,09 de danos materiais e condenou a empresa à revelia, pois mesmo ela tendo sido citada, não apresentou resposta à Justiça. Entenda o Caso O autor do Processo contou que estava dirigindo sua motocicleta na preferencial quando foi atingindo por um ônibus de propriedade da empresa em um cruzamento. Em seu pedido inicial, o requerente disse que em função do acidente sofreu ?fratura exposta na perna (?) sendo necessária a realização de cirurgia para retirada do rim direito e tratamento ortopédico?, além de afirmar não pode mais trabalhar e sustentar sua família e ter ficado com ?(?) uma deformidade física permanente?. Acreditando que seu atropelamento ocorreu devido à imprudência do motorista do ônibus da empresa que avançou o sinal vermelho e relatando que o requerido fugiu sem lhe prestar socorro, J.C. de A. S. procurou a Justiça pedindo indenizações por danos morais, estéticos e materiais. Sentença O juiz de Direito Marcelo Coelho, titular da 4ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, iniciou a sentença relatando que em função da empresa não ter apresentado resposta, mesmo tendo sido citada, foi decretada a revelia dela. ?Devidamente citado o réu deixou o prazo para resposta fluir in albis, conforme certificado à pg. 71.?, explicou o magistrado. Seguindo na análise do caso, o juiz de Direito discorreu sobre a responsabilidade objetiva da demandada e especificou que o autor comprovou os danos morais que sofreu por meio dos seguintes documentos: Boletim de Ocorrência e de Acidente de trânsito que comprovou a ocorrência do sinistro; Laudo Pericial Criminal que concluiu que a causa do acidente foi do condutor do ônibus da empresa reclamada; e o Exame de Corpo de Delito que atestou as lesões graves do autor. O magistrado observou que o autor não era habilitado para conduzir veículo automotor, mas isso ?(?) não é suficiente para retirar a responsabilidade do réu?, observou o juiz de Direito. Também sobre esta questão, o magistrado acrescentou que ?(?) é pacífico na jurisprudência que o simples fato do condutor não possuir carteira nacional de habilitação não é suficiente para gerar presunção de culpa exclusiva deste?. Assim, o juiz Marcelo condenou a empresa a pagar indenização por danos morais para o requerente. Ao avaliar o pedido de danos materiais o magistrado assinalou que ?reconhecida à responsabilidade civil deve a parte ré indenizar a parte autora conforme os valores dispendidos com os danos materiais decorrente do sinistro?, contudo J.C. de A. S. não comprovou tais gastos e apenas trouxe notas fiscais de compra de medicamento no valor de R$98,09. Valor o que o magistrado concedeu como indenização por danos materiais. Quanto aos pedidos de indenização pensionária e estético, o juiz também os rejeitou ponderando que para saber se houve incapacidade permanente para o trabalho é preciso de exames complementares, que o autor não apresentou. O magistrado ainda explicou que ?os laudos colacionados aos autos, não demonstraram a extensão das lesões sofridas, assim como não produziu prova para demonstra que as cicatrizes resultantes dos procedimentos cirúrgicos são aparentes ou vexatórias e capazes de causar sentimento de baixa-estima?. Da decisão ainda cabe recurso.   Fonte: http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=visualiza_noticia&id_caderno=&id_noticia=143454

Após acusação de agressão, Johnny Depp envia parte de indenização milionária à caridade

Após acusação de agressão, Johnny Depp envia parte de indenização milionária à caridade

Segundo o TMZ, atriz teria anunciado que ajudaria instituições com o dinheiro
Após acusar Johnny Depp de agressão, a atriz Amber Heard provou o crime e ganhou na Justiça o direito de receber uma indenização de US$ 7 milhões. Parte desse valor já começou a ser pago pelo ator. Segundo o TMZ, ele já teria enviado uma quantia para instituições de caridade norte-americanas, já que a intenção de Amber é ajudar causas sociais. Amber escolheu a União das Liberdades Civis dos EUA, "com um foco em combater a violência contra a mulher", segundo ela mesma disse ao site, e o Hospital Infantil de Los Angeles, onde trabalhou voluntariamente nos últimos 10 anos. O valor será dividido igualmente entre as duas instituições. Um representante foi ouvido pelo TMZ: "Depois que Amber Heard anunciou que seu acordo de divórcio seria dividido igualmente para o Hospital Infantil de Los Angeles e para a União das Liberdades Civis dos EUA, duas instituições de caridade excepcionalmente importantes, Johnny Depp enviou a primeira de várias parcelas desse montante para cada caridade em nome de Amber Heard. A generosidade da Sra. Heard em doar à estas causas maravilhosas é profundamente respeitada". Amber revelou as agressões em 21 de março deste ano. Desde então, Depp precisa obedecer ordem de restrição temporária, que o obriga a ficar a cem metros de distância da ex. Vídeos publicados pela imprensa estrangeira provam que o astro realmente se descontrolou e agrediu a então esposa. Antes dessas provas, Amber Heard chegou a ser acusada de chantagem.   Fonte: http://www.tribunahoje.com/noticia/189377/entretenimento/2016/08/26/apos-acusaco-de-agresso-johnny-depp-envia-parte-de-indenizaco-milionaria-a-caridade.html

Justiça manda indenizar mãe e filha de jovem que morreu usando celular

Justiça manda indenizar mãe e filha de jovem que morreu usando celular

Lavrador morreu ao usar aparelho enquanto o carregava, durante chuva. Fabricante do eletrônico deve pagar R$ 40 mil à família, em Bonfinópolis.

Após sete anos da morte do lavrador Erik Henrique Oliveira Rodrigues, de 18 anos, que recebeu uma descarga elétrica enquanto falava ao celular, os parentes deverão receber uma indenização da empresa que fabricou o aparelho, em Goiás. A decisão da Justiça determina que a mãe da vítima, a gari Luzia Dias Rodrigues, de 47 anos, receba R$ 10 mil e a filha do rapaz, Yasmin Vitória Rodrigues da Silva, de 8 anos, R$ 30 mil. O acidente aconteceu em Bonfinópolis, no centro goiano, no dia 25 de dezembro de 2008. A mãe da vítima se lembra que Erik estava falando ao celular quando sofreu o choque. ?A gente estava em uma chácara, estava muito frio, chovendo. Ele foi atender ao celular, teve um raio e ele recebeu uma descarga elétrica. Exames comprovaram que a morte dele foi por isso, queimou ele todo por dentro?, disse Luzia. A empresa Nokia do Brasil Tecnologia LTDA informou por meio de nota que ?ainda não foi oficialmente intimada da decisão e, portanto, reserva-se o direito de se manifestar somente após a intimação?. O texto ressalta que ?nos autos, não foi atribuído, ao seu produto, qualquer vício ou relação de causa e efeito com o evento?. A mulher lembra que a neta tinha apenas um ano de vida quando o pai morreu e hoje só o reconhece por meio de fotografias. Luzia afirma que não se conforma com a falta de informações no produto e no manual sobre os riscos de se falar ao celular durante uma tempestade. ?No celular não tinha nada indicando o perigo. Achei errado não ter essa indicação. Nunca tinha ouvido falar que isso era perigoso. Eu acho que as empresas têm que acordar para esse cuidado. Aqui em casa não deixo ninguém atender com chuva para não correr esse risco?, afirmou. Apesar de ter ganho a causa após apelação da empresa, a família vai recorrer da sentença e pedir uma indenização maior. Luzia afirma que não acredita que o valor é suficiente para garantir um bom futuro para a neta. ?Não traz o meu filho de volta, mas tenho que pensar no futuro dela. Eu ganho um salário mínimo por mês e quando ela começar o ensino médio ela vai precisar ir para Goiânia estudar, porque aqui não tem escola de segundo grau, então vai ficar mais caro, não sei se meu salário vai ser suficiente?, relatou.
  Fonte: http://g1.globo.com/goias/noticia/2016/08/justica-manda-indenizar-mae-e-filha-de-jovem-que-morreu-usando-celular.html

Motorista se distrai com mulher, sofre acidente e pede indenização

Motorista se distrai com mulher, sofre acidente e pede indenização

Um homem que sofreu um acidente de carro está pedindo indenização da amazona Vicky Young, de 40 anos, que já representou o Reino Unido em competições internacionais. O motorista alega ter se distraído ao volante com o modelito exibido por Vicky ao andar de bicicleta por rua de Bottesford (Inglaterra). A amazona usava biquíni e tinha a parte de baixo coberta por uma minissaia. O prejuízo foi pouco: um retrovisor quebrado, ao bater em uma caixa de correio. Mas o motorista quer ser indenizado. Ele foi até à casa dos pais de Vicky para fazer uma reclamação sobre como a "distração" se exibia em público, contou o "Sun". "Estava quente. Então por que não usar um biquíni e uma saia?", protestou a inglesa. "Quando minha mãe me contou o que tinha havido eu fiquei sem palavras. É ridículo que ele queira indenização", acrescentou.   Fonte: http://blogs.oglobo.globo.com/pagenotfound/post/motorista-se-distrai-com-mulher-sofre-acidente-e-pede-indenizacao.html

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